XIII Campeonato Feminino Baiano de Xadrez

Promoção: FBX (Federação Baiana de Xadrez)
Realização: CCX (Clube Conquistense de Xadrez)
Apoio: Uesb – Prociema – PMVC – Smed – Paróquia Nª Sª das Candeias
Data: 28 e 29/07/2007
Local: Biblioteca Municipal de Vitória da Conquista
Ritmo de jogo: 7 rodadas de 30min para cada jogadora
Inscrições: C.C.X, Av. João Pessoa 241, Centro, até 12h do dia 27/07/2007.

Continuar a ler “XIII Campeonato Feminino Baiano de Xadrez”

35º Braxateca de Xadrez

Depois de várias edições serem vencidas por Rêmulo Aguiar, enfim temos um novo vencedor no Braxateca, e esse campeão foi Washington Luis Bianck. O torneio aconteceu no dia 26 de maio com a participação de sete jogadores.

Resultados

Colocação Nome Rating Pontos
1-2 WASHINTON BIANK 1998 4
  RÊMULO AGUIAR 2276 4
3 IVAN ABADE 2053 3.5
4 JAMERSON NASCIMENTO 2058 3
5 DIEGO PAIVA 1980 2.5
6 GERSON VILLAS 1900 2
7 SÓCRATES 1900 1

Dois livros de tirar o fôlego

Capa do livro a Variante Luneburg

Ao que parece, a invenção do xadrez está ligada a um episódio sangrento.

Com efeito, conta uma lenda que quando o jogo foi apresentado pela primeira vez à corte, o sultão quis premiar o obscuro inventor realizando qualquer desejo seu. Ele pediu uma recompensa aparentemente modesta, a de receber todo o cereal que pudesse resultar de uma soma simples: um grão na primeira das sessenta e quatro casas, dois grãos na segunda, quatro na terceira, e assim por diante…

Continuar a ler “Dois livros de tirar o fôlego”

Semifinal do Conquistense de Xadrez

Finalidade: Definir os oito participantes da fase final que será realizada no sistema Schuring, para definir os campeões conquistenses 2007.
Promoção: Clube Conquistense de Xadrez.
Apoio: Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista
Local: Biblioteca Municipal
Data: 16 e 17/06/2007
Modalidade: Sistema Suíço com 7 rodadas com 1 hora para cada jogador.

Continuar a ler “Semifinal do Conquistense de Xadrez”

O Xadrez e a Política

Imagem do filósofo Aristóteles

Quando Aristóteles nos diz que "o homem é um animal político", quer nos dizer, também, implicitamente, que o homem não pode jamais abandonar a sua "natureza" política; constitui uma tolice alguém declarar-se apolítico, e o xadrez, como diria o conselheiro Acácio, jogado por homens (e mulheres), não poderia fugir desse alvo.

No reinado dos califas, o xadrez já era tido como preocupação de Estado, com o fim de conferir prestígio aos governantes, e os melhores enxadristas eram pagos regiamente para exercer a sua arte. Um dos maiores enxadristas do século XVI, o padre espanhol Rui López, morava em aposentos contíguos aos do rei Felipe II e tinha como obrigação enfrentar, regularmente, jogadores de países rivais na presença do monarca.

Continuar a ler “O Xadrez e a Política”